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esperar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No decorrer do percurso, na caminhada da vida, somos obrigados voluntariamente, ou involuntariamente, a cumprir certas e determinadas acções.

Muitas dessas acções são uma mera imposição de compromissos, dos quais somos os principais protagonistas.

Todos agem e actuam em prol de algo que faz parte, ou irá fazer parte, das suas vidas.

As acções, que praticamos, são seguidas de um momento em que nada nos resta fazer.

Esse momento é, meramente, caracterizado pela espera.

Esperar que os resultados, das nossas correntes acções, se desenvolvam e  tragam o que nós esperavamos ou desejavamos.

Contudo, há certas acções que, cada um de nós, poderia exercer para que os resultados fossem positivos, num modo global.

Em toda a nossa existência, vivemos alguns momentos de espera, os quais não trazem melhorias na qualidade de vida, e por conseguinte, não favorecem a qualidade da saúde do Mundo.

Toda a gente tem os seus momentos de espera.

Todos esperam pelo autocarro; esperam por um táxi; esperam, ansiosamente, sentados nos seus carros, por um sinal luminoso verde, para poderem seguir em frente nos seus caminhos.

Há ainda, pessoas que esperam por um telefonema, por uma carta ou, até mesmo, esperam desesperadamente, pelo fim do mês.

Estas pessoas, têm os seus tais momentos de espera, dos quais são, em grande parte, imposições da vida.

No entanto, há elementos da vida, que poderíamos mudar, em conjunto, se dedicássemos mais tempo aos actos, e menos à espera.

Porquê esperar, que alguém, um dia, acabe com a destruição do Planeta?

Quando podemos, juntos, agir para mininizar essa destruição.

Para assim, um dia mais tarde, tornar essa mesma destruíção extinta, e dar uma longa vida ao nosso Planeta.

Porquê esperar, que as boas acções, para com os outros, sejam praticadas por alguém bondoso?

Quando podemos, ser nós essa pessoa bondosa, e ajudar o próximo e quem necessite, tal como também seremos ajudados, e amparados, quando  precisarmos.

Desta forma, tornaremos o mundo repleto de habitantes de bom coração, e com bem-estar pessoal e social.

Porquê esperar, que os animaizinhos tenham, num futuro, uma existência feliz e descansada?

Quando podemos, juntos e unidos, acabar com as crueldades contra esses seres magnificos, que têm tanto direito de viver, tal como cada um de nós.

Assim, viveríamos em plena harmonia com os animais, e acabaria a extinção de muitas espécies, que sem culpa estão a ser vítimas nas nossas mãos.

Porquê esperar, que, um dia, um inventor qualquer, crie uma máquina que purifique a atmosfera?

Quando podemos, nós mesmos, abdicar, em momentos desnecessários, do carro e passear a pé. Poderíamos largar o vício poluídor do tabaco, que é simplesmente como mini-chaminés a poluir o ar. E, poderíamos minimizar os nossos desperdícios, para acabarmos com as, inúmeras, lixeiras a céu aberto.

Com tudo isto, melhoraríamos a qualidade do ar que respiramos, e diminuiríamos a poluíção da atmosfera.

Porquê esperar, que a violência e as drogas, acabem por obra divina do Espirito Santo?

Quando poderíamos ajudar aqueles que, se deixam levar pelos maus caminhos da vida, como também, poderíamos alertar quem se encontra «às portas» desses mesmos, desencaminhadores, caminhos.

Se assim o fizéssemos, seríamos uma comunidade familiar, onde a confiança entre todos era, pacificamente, algo de união e força.

Viveríamos, sem medos e receios.

Ou seja, instalar-se-ia a Paz e Harmonia, onde o bem-estar se tornaria global pelo Mundo.

Porquê esperar, que as coisas boas se tornem realidade, quando nada fazemos para que elas sejam, na verdade, algo de comum para todos?

Em vez de aguardarmos que, um dia, alguém se lembre de tornar real, o que mais desejamos, em algo visível ou, até mesmo, em algo que possamos sentir, deveríamos ter como hábito comum de vida, as acções que são positivas ao melhoramento da nossa vida, da vida dos outros, e à vida do Mundo.

Para quê esperar, quando podemos deixar essa mesma espera de lado, e «trabalharmos», para que a Felicidade e Paz seja um bem digno, e ao alcance, de todos.

Mas, para isso, não se pode deixar que a «espera», seja um hábito global de mero comodismo.

Há que lutar para que, juntos e unidos, possamos mudar e melhorar o que de mal, e errado, há no Mundo a que todos pertence e, por conseguinte, na vida de todos nós.

Podemos ser pró-activos, ou envelhecer à espera que actuem por nós.

Marta Costa

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criseCrise, crise e mais crise!

Nos últimos tempos, nos intervalos das novidades e de notícias, ditas chocantes, lá se vai falando de crise.

Todos se dizem basear em estatísticas e previsões, que indicam que, todos nós, vamos ser «invadidos» por uma época não muito positiva. Uma época de crise.

Crise disto, crise daquilo e mais crise de não sei quê!

Verdade ou não, não sabemos ao certo o que nos espera neste novo ano, que há pouco começou e que há muito foi agoirado pela previsão de uma crise.

Contudo, já se faz sentir, em algumas pessoas, as previsões dadas pelos, ditos, governantes deste país.

Falam eles, de aumentos!

Dos preços, de bens de primeira e última necessidade, das dívidas que duplicam, do desemprego que aumenta, da precariedade que se faz ouvir cada vez mais, entre outras coisas, que por sua vez, também fazem aumentar o medo das pessoas.

Mas, nem tudo aumenta!

Diminuem também algumas coisas como, os postos de trabalho, a qualidade de vida das pessoas, o poder de compra de cada cidadão, e isto tudo leva a uma diminuição do bem-estar e felicidade de cada um.

Esta globalização de previsões, em que algumas já são notórias, gera um clima de insatisfação entre os Portugueses, que culpam este e aquele, por termos chegado ao ponto de viver uma crise.

De quem é a culpa? Minha, tua, nossa, deles ou de todos nós?

Bem, isso não sabemos, mas a verdade é que todos nós temos um pouco de culpa e influência em tudo que diz respeito ao nosso país.

E porquê procurar um culpado? Que mudará se for encontrado um culpado?

Nada, não mudará nada.

A verdade é só uma, só nós podemos mudar esta situação e não permitir que a Sra. Crise faça parte das nossas vidas.

A crise pode aumentar alguns elementos necessários para a nossa vida, como já vimos, e pode igualmente, diminuir outros, que por sua vez também fazem parte da nossa sobrevivência.

O importante, no meio deste cenário todo, é procurar, em cada um de nós, o melhor meio de conseguir ultrapassar esta fase complicada que nos faz aumentar o medo do que está para vir.

Venha o que vier, cada um de nós tem que lutar contra esta corrente de negativismo, e não deixar de sonhar o que sempre sonhou.

É preciso ter em mente, que nada nem ninguém tem mais força que os nossos sonhos e do que a nossa força de liderança nas nossas vidas.

Possivelmente, muitos de nós, irá viver, talvez pela primeira vez, a experiência da pobreza, que jamais pensariam vivê-la. Mas, é nesse momento crítico que deveremos unir forças e lutar contra essa instabilidade.

A crise pode instalar-se e abalar a nossa estabilidade financeira, e por conseguinte, a do nosso país.

Contudo, devemos lutar, unidos e em força, para que essa mesma crise não abale os valores de cada um, e que tenhamos sempre em mente que a união faz a força.

Desse modo, se estivermos unidos, nesta fase menos boa, veremos a crise com outros olhos. Passaremos a vê-la como um trampolim que nos ajudou a reconhecer que, unidos, conseguiremos ultrapassar qualquer obstáculo que se coloque no nosso caminho da felicidade e bem-estar.

Juntos, faremos desta crise um motivo para reunir as nossas forças e a nossa capacidade de lutarmos pelo que realmente queremos.

E, certamente, queremos um bem comum, a felicidade de toda a gente e um país com cidadãos lutadores, e com força de vencer a cada negativismo da vida. Cidadãos que jamais cruzam os braços a coisas negativas.

Com tudo isto, iremos com toda a certeza, ver a Sra. Crise com os seus dias contados, e os nossos medos derrotados.

Vamos ter esperança num futuro melhor, e que estes tempos difíceis venham somente para nos ajudar a crescer interiormente e a unirmo-nos cada vez mais.

Pois lembrem-se que sozinhos nada somos, e juntos somos tudo, e tudo alcançaremos!

Marta Costa

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Num dia como os outros, lá apareceste tu no meu caminho.

Trazias contigo um olhar penetrante que me transmitiu desconfiança e medo.

A tua maneira de andar era de tal forma pesada e sofrida, que me chamou a atenção e activou a minha preocupação para contigo.

Não te conhecia, nem sabia de onde vinhas.

Aproximei-me de ti, e como num acto de defesa, já não estavas lá. Não esperaste por mim para fugir.

O certo é que, mesmo assim, como desconhecidos, fiquei com aquele teu olhar a ondular pela minha mente.

Até que, alguns dias depois, voltei-te a encontrar, no mesmo sitio, e com o mesmo olhar.

Não perdi tempo a demonstrar-te a minha confiança, como podias confiar em mim. Jamais te faria mal, independentemente do teu passado.

Era notório, no teu todo, que o passado a ti pertencente, foi sofredor. Prova de que não confiavas em ninguém, nem mesmo em mim.

Apesar disso, confesso, que comigo as coisas foram diferentes. Talvez porque desde o primeiro encontro, ficaste com o meu olhar a rolar pela tua mente, tal como eu fiquei com o teu.

Decidi dar o primeiro passo!

Alguém, de nós, tinha que ceder.

Caminhei até ti, e tu, deste um passo atrás, tamanho era o teu medo.

Mas não desisti nem temi, mesmo não sabendo o que poderia acontecer com este meu acto.

A verdade é que, depois do teu passo atrás, não saiste de onde estavas, e esperaste que eu me aproximasse.

E, frente a frente, separados por apenas um palmo, olhos nos olhos, lá deste tu o teu passo de confiança e vieste para junto de mim.

A confiança não era muita, em ambos, mas o certo é que, conseguimos deixá-la de parte, tamanha era a curiosidade em nos conhecermos.

 Não ficamos muito tempo juntos, mas o pouco que estivemos um com o outro, já tinha dado para entender um pouco de ti, e compreender o porquê desse teu ar e olhar de medo.

Dia após dia, fomos passando cada vez mais momentos juntos. Momentos esses que eram aproveitados para irmos construindo a nossa amizade e confiança.

Com o passar do tempo, depois dos nossos encontros todos, o teu olhar mudou. Já trazias contigo um brilho nos olhos, que me fazia acreditar que foi Deus que te colocou no meu caminho.

Desabafos atrás de desabafos, entendi afinal o teu passado e o porquê desse teu ar pesado e sofrido.

O passado foi muito cruel contigo, amavas uma pessoa que, certamente, também dizia amar-te, e no final, deixou-te para trás e seguiu a sua vida sem se importar contigo e com os teus sentimentos.

Que crueldade!

Foi então que, confirmei que foi Deus quem te colocou na minha vida.

Sim, acredito nisso com toda a convicção. Deus deu-me a oportunidade de te conhecer para me fazer sentir útil, para que eu te pudesse ajudar nesta tua fase, muito dificil da vida.

Assim o fiz, a cada hora do dia, lá ia eu ao nosso ponto de encontro cuidar de ti, para te ajudar a viver de novo e a ser feliz.

Não imaginas a felicidade que me davas, quando vinhas ao nosso encontro, com um aspecto cada vez melhor, e com esse teu olhar magniffico, com um brilho nunca visto antes.

Fiz tudo que estava ao meu alcance por ti, e sei que, tu sabes, que se não fiz mais, foi porque não podia.

Contudo, a tua melhoria foi de curta duração. Não entendia o porquê de te estares a ir abaixo, mas continuei a lutar por ti, nunca desisti de ti. Mesmo sem saber o que se passava.

E, foi naquele dia, que entendi essa tua recaída.

Aquele dia, que vai ficar comigo para sempre, em que fui ao nosso ponto de encontro, e lá estavas tu. Estavas deitado, todo encolhido, e não te mexias.

Não quiz acreditar, até que fui ao teu encontro e coloquei a minha mão sobre o teu corpo. Corpo gelado que tinhas. A minha mão recolheu-se ao perceber que a tua respiração era nula.

Caíram-me lágrimas pelo rosto, não podia acredtiar no que tinha acontecido.

Tal como Deus a ti me deu, também a ti me tirou.

Onde tinha eu errado? O que falhou para eu te perder?

Não entendia o porquê de teres partido tão cedo, ainda há pouco nos tinhamos conhecido.

Até que, depois de reflectir em tudo, entendi que afinal o teu problema, além de ferido por dentro, por te terem abandonado, também tinhas uma doença muito grave, que nada se podia fazer para ela não te levar.

Fiquei triste com a tua partida sem despedida, mas ao mesmo tempo, há uma luz de alegria no meu coração. Luz essa que se deve ao facto de saber que, apesar de cedo, partiste feliz.

Graças à bondade de Deus, em te ter colocado na minha vida, consegui dar-te os melhores dias da tua vida, apesar de terem sido os últimos.

Hoje, sei que estás num sitio melhor e feliz. E nesse mesmo sitio, estás a olhar e a cuidar de mim, sim, eu sei e sinto isso.

Espero, honestamente, um dia mais tarde, voltar a encontrar-te, noutro sitio, para continuarmos os nossos encontros.

Nunca te disse antes, mas tu sabias, adoro-te muito e iei sempre guardar este sentimento só teu.

Dorme bem, meu amigo, Lince!

Dedico este texto ao gatinho, que já vos falei, que tivera sido abandonado, cruelmente, e do qual de tudo fiz para que voltasse a viver de novo.

Gostava de lhe ter mostrado a verdadeira felicidade felina, mas o tempo não esperou, e ele partiu.

lincePartiu por causa de uma grave doença que o atacou. Doença essa causada, infelizmente,  pelo triste abandono que ele teve que vivenciar.

Contudo, sei que ele partiu feliz porque conheceu, um pouco, do que é o amor e a felicidade!

A ti, Lince!

Marta Costa

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sobrevivenciaO dia começou bem cedo, e lá no alto o amigo Sol já espreita por entre as núvens, que adivinham formas nos nossos pensamentos.

 

 

 

Cá em baixo, a azáfama das pessoas já é notória, a cada passo dado nas ruas da cidade.

Todos correm de um lado para o outro, com as suas faces a expressarem sonolência e contradição em voltar a mais um dia de stress de trabalho.

As suas expressões são reflexo dos seus pensamentos, que teimam em as acompanhar naquela correria toda.

De um lado para o outro, a agitação é vivida entre a poluição atmosférica de cada cigarro, e sonóricamente pelos buzinares impaciêntes dos carros que formam filas infinitas nas ruas que deliniam a cidade.

E, no meio de tanta confusão, lá estás tu!

Num canto escolhido por ti, num canto só teu.

Estás tu sentado sobre o cimento sujo e frio, do qual dedicas todas as horas do teu dia.              

E lá estás tu!

Com o teu ar cansado e ferido do tempo, que foi dificilmente duro para contigo. Os teus olhos sem brilho inquietem-se de um lado para o outro, num movimento de observação constante às pessoas que por ti passam.

O teu corpo sujo e cansado, teima em não se mexer, e obriga-te a ficar aí, encostado no teu canto das lamentações.

Pobre de ti!

No meio de tanta alma, sentado no canto só teu, tentas, com humildade, chamar a atenção de quem passa por ti e que teima em não te oferecer um simples olhar, ou um honesto sorriso.

Contudo, não estás só!

Em tua companhia está um ser puro e meigo que não desiste em partilhar contigo as horas que compõem o vosso dia.

E lá está ele!

Sempre aninhado a teu lado e a olhar-te com admiração e carinho.

Admiração, por continuares a tua luta diária pela vida, que um dia foi cruel contigo. E carinho, porque um dia lhe consideraste como amigo, e partilhaste o teu cantinho com ele. Para que juntos, e unidos, possam lutar por cada dia das vossas vidas.

E lá continuas tu!

A tentar, com humildade, cativar o olhar deste e daquele, que cruza no teu canto. Mas, infelizmente, não tens tido muito sucesso.

Embora, em certos momentos, apareça uma alma que te dá um pouco de atenção e, desse modo, enche o teu coração de alegria e esperança.

Lamentavelmente, no momento seguido a essa alegria, surge outra alma que te olha com pena e desprezo.

E nesse mesmo instante, consegue fazer com que a tua alegria desapareça, dando lugar à frustração e à vergonha.

Vais-te a baixo!

Consequência disso, abrandas a tua força de esperança, e ficas aí sentado apenas a desabafar com o teu amigo inseparável.

No meio de tantos desabafos e lágrimas, como de que transmissão de pensamentos, esse teu amigo, sincero amigo, transmite-te uma nova força e vontade de lutar, tamanha é a expressão do seu olhar.

Sim, ele é a tua fonte de energia!

Com isso, logo de seguida, levantas os olhos ao mundo, e continuas a luta pela vida, ou por um pouco de vida.

Apesar de tudo, é bom ver e saber, que ainda há pessoas fortes de espírito e com força de lutar, independentemente da situção e condição.

Pessoas que, tal como tu, não baixam os braços por causa de olhares penosos e desprezíveis, de pessoas que só o fazem porque na realidade têm medo. Medo de um dia serem como tu.

Temem só pelo teu aspecto, pelo teu ar, pois no que toca ao teu dom interior, é algo que elas admiram por não o possuírem. Consequência de não sabem lutar pela vida, tal como tu.

Chegada a hora limite do dia, todos se recolhem em suas casa com as suas familias.

E tu continuas aí!

Continuas no teu canto, com a tua familia, o teu amiguinho e companheiro de luta. Aí ficas à espera de mais um nascer de um novo dia, um novo dia de luta pela vida.

E assim será, até ao teu último suspiro, que ditará a tua partida para um mundo melhor. Aquele mundo que todos desejam conhecer, mas que só alguns o conhecerão, e tu serás um deles… Terás direito a esse tão desejado mundo.

Nesse dia, deixarás para trás o teu cantinho, para assim, dares lugar a outro ser como tu.

Até lá, e durante a tua luta diária, passarei, respeitosamente, diante do teu canto, e irei oferecer-te, sempre, o meu mais honesto sorriso, acompanhado de um olhar, sincero, de força e admiração.

Dedico este texto a um sem-abrigo, que vive a sua luta diária num canto da nossa cidade e pelo qual tenho admiração e carinho.

Dedico igualmente aos outros como ele, sem-abrigos, que vivem nas nossas ruas, e que foram  esquecidos pelo nossos, ditos, governantes.

Sem-abrigos que lutam diáriamente pela sua sobrevivência e por um pouco de vida.

Ele, e muitos como ele, são o exemplo, vivo, de que as aparências iludem. E muito!

Quem anda, por aí, bem parecido e cheio de bens materiais, muitas vezes, são os que vivem numa pobreza imensa de espírito e coração.

E, na verdade, os pobres de bens, são milionários no seu coração e espírito.

Que Deus os ajude e proteja!

Masta Costa

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Palavras soltasA vida não é fácil nem nunca será, mas nunca se deve deixar de lutar

Lutar é um dos pricipais paços que devemos dar no caminho da Felicidade

Felicidade é sentir a vida ferver nas veias, é um constante sorriso

Sorriso esse que não custa nada, mas cria muito

Muito mais que o sorriso é o olhar que sorri ao mesmo tempo

Tempo esse que parece escasso quando vivido intensamente

Intensamente é assim que se deve viver o amor

Amor que só é amor quando partilhado com alguém

Alguém que nos aceita como realmente somos, com defeitos ou não, sem os questionar

Questionar  se cada um aceita, primeiramente, os seus próprios defeitos antes de rejeitarem os dos outros

Outros que se tornam as pessoas mais perfeitas no principio, mas que com o tempo se revelam iguais a nós, perfeitos imperfeitos, simplesmente humanos

Humanos que não passam de simples mortais, que teimam em esconder os seus medos

Medos, principalmente, de perder na vida e no amor, medo do mundo que nos prende às suas regras

Regras em que agimos espiritualmente conforme a vontade de Deus

Deus que comanda as nossas vidas e que faz cumprir o seu destino

Destino  esse que só a nós pertence, como só nós o podemos escrever

Escrever  as páginas da vida com tinta de amor e papel de saudade

Saudade que é a minha única companheira durante a tua sofrida ausência

Ausência física, porque mesmo sem estar contigo, lutei contra tudo e todos, mas tu nunca sais de mim

Mim… perdi-me dentro de mim, para te poder encontrar

Encontar.. Sonho com o dia em possa ter-te só para mim, é só com isso que sonho

Sonho esse que me alimenta os dias e que me adormece durante a noite

Noite  que era tão curta quando estava contigo, e que hoje é tão longa que parece não ter fim

Fim do fim da minha espera impaciente

Impaciente este meu coração que chorou lágrimas de sangue e chamou teu nome todos os dias

Dias que perderam o seu significado e valor, pois só contigo é que eles tinham razão de existir

Existir é sentir que ainda não te esqueceste de mim, é saber que um dia poderemos voltar

Voltar ao mundo que um dia construímos, o nosso mundo

Mundo sim, em que tu és o meu mundo e tudo à volta é lindo

Lindo é amar quando ambos se completam

Completam-se na alma, unidos por um só coração, somos um só, porque procuramos a  Felicidade no mesmo caminho

Caminho esse que só nós o conhecemos, só nós o conseguimos percorrer, sempre lado a lado

Lado a lado sempre, porque não é preciso maior prova de amor do que a chama imensa da saudade, causada pela distância

Distãncia  que não significa que estejamos longe, mas que um dia estivemos bem perto

Perto  de tudo o que nos fazia felizes, tão perto que até de teu cheiro eu sinto falta quando estava junto de ti

Junto de ti é onde eu mais desejo estar

Estar  do teu lado para todo o sempre, será isso possível? Quem sabe essa resposta?

Resposta essa que eu um dia espero obtê-la, mas até lá, continuarei a viver dia-após-dia, sempre a lutar em prol da Felicidade

Felicidade essa que quero vivê-la eternamente… e se for a teu lado… melhor ainda!!!

Marta Costa

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O medoO que é o medo? O que é sentir medo?

Muitas pessoas dizem que não têm medo de nada, mas isso é uma inverdade.

Todos nós temos medo de alguma coisa, todos receamos que aconteça algo!

Podemos sentir medo de variadíssimas coisas, medo de algo «físico», como de pessoas ou animais, ou medo do escuro, que é meramente psicológico.

Mas, há aquelas pessoas que têm medo de agir… medo de fazer alguma coisa, porque têm medo do que podem pensar delas.

Eu, também tenho os meus medos. E tenho medo de fazer certas e determinadas coisas, ou até mesmo de dizer algo.. Esse meu medo existe porque eu importo-me, mesmo não querendo, com o que os outros pensam, e isso acaba por me afectar.

Mas, o que eu mais queria, era ficar indiferente ao que os outros dizem e pensam, porque isso não me leva a lado nenhum.

Nós devemos fazer as coisas como queremos que elas sejam feitas, e não porque achamos que é a melhor maneira.

É isso mesmo!!!

Devemos fazer o que queremos, e ultrapassar os nossos medos, pois eles não se importam connosco.

Ultrapassar os medos é um dos passos para que possamos agir em prol da nossa Felicidade!

Marta Costa

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